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Santa Cruz passa quase limpa pela Avenida e entra na briga pelo título
Fonte: SRZD-Carnavalesco - 14/02/2010
Depois de um ótimo desfile que a São Clemente fez, poderia parecer difícil apontar candidatos à altura. Mas a Santa Cruz, com uma apresentação firme, alegre, e quase limpa, provou que está também na briga pelo título. Um problema, porém, pode atrapalhar a agremiação. A quarta alegoria passou praticamente sem iluminação na frente dos módulos de julgadores.
Tirando este empecilho, os carros eram luxuosos, bem decorados e coloridos, a escola da Zona Oeste encantou a Avenida com o enredo que já tinha um apelo emocional, pois foi escrito pela falecida primeira-dama da escola, Rosele Nicolau. Pequenos erros de conjunto puderam ser notados, mas nada que atrapalhasse o resultado final. A comissão de frente, diferente do casal, não deixou claro o que significava no enredo.
Comissão de frente passa sem comprometer
A comissão de frente da Acadêmicos de Santa Cruz apareceu bem nos módulos de julgadores durante o desfile. Na quarta cabine, com sua caverna e componentes saindo de dentro dela, integrantes fizeram uma excelente exibição. Ela é coreografada por Carlinhos Muvuca e formada por quinze homens. Representa a expressão dos sentimentos do homem através da dança, desde os tempos dos seus primórdios. O melhor momento da comissão foi na última cabine. Jurados aplaudiram a apresentação. Quando chegaram à dispersão, foram aplaudidos por alguns populares no Setor 3.
Bateria e alas têm bom desempenho
A bateria se apresentou com marcação forte dos surdos, que se destacaram. A escola também apresentou alas bem vestidas. Carros alegóricos deixaram um pouco a desejar. No geral a escola desfilou com alegria. No quarto carro a proposta era mostrar o folclore brasileiro, mas a leitura não mostrava isso com clareza.
Casal se mostra seguro, apesar de falha em fantasia
No terceiro módulo de jurados, o casal de mestre-sala e porta-bandeira, formado por Eduardo Bello e Cintia, fez uma apresentação segura. Eles representam as "Divindades Religiosas". Nos povos da antiguidade, a música e a dança eram linguagens mágicas do homem na sua invocação aos deuses, aos espíritos e as forças da natureza. Diante do quarto módulo, a fantasia de Cintia despencou. Nas cabines restantes, os dois não tiveram maiores problemas e não devem compromenter a escola.
Alegorias foram luxuosas, mas quarto carro passa quase todo apagado
O quarto carro da escola apresentou problema em frente ao Setor 1. Ele estava torto e com luzes apagadas. A cantora Perlla aparecia como o destaque da alegoria, que representa as danças que são realizadas geralmente em espaços públicos, coretos, praças e ruas sempre acompanhado de uma boa banda.
Na evolução a escola pecou. A Santa Cruz fazia um desfile com as alas todas para o lado esquerdo da pista, deixando o lado direito com espaço vago. Com isso, agremiação pode perder pontos no quesito evolução.
Opinião do especialista
- É aquela velha fórmula utilizada por várias outras escolas, inclusive hoje: o enredo para ir à Grécia, a Roma, à China, à Índia, ao Egito; Indo pela Idade Média e por outros períodos para colher informações para produzir fantasias e alegorias. Sobre o tema propriamente dito, a proposta foi muito superior à execução. Um desfile clássico da Santa Cruz. Destaque para o carro do Coreto e a ala de carnaval das crianças - comentou Luís Carlos Magalhães.
Santa Cruz canta com emoção o compasso do samba
Fonte: Rio Carnaval 2010 / Guia Oficial - 14/02/2010
Foi com muita emoção que a Acadêmicos de Santa Cruz entrou na Marquês de Sapucaí para o desfile das escolas de samba do Grupo de Acesso, na madrugada deste domingo. No setor um o público balançava as bandeirinhas verde e branco da agremiação. Empolgados e de pé os foliões sambaram com a bateria e aplaudiram a comissão de frente.
Devido a perda de alguns componentes, os integrantes da nona escola a pisar na Passarela do Samba iniciaram o desfile com lágrimas nos olhos.
A tristeza só foi deixada de lado quando a agremiação entrou na Avenida. A Comissão de Frente relembrou o compasso na pré-história que, segundo o coreógrafo, Carlinhos Muvuca, a idéia era mostrar o período que antecede nossos primórdios.
- Os integrantes saem de dentro de uma pedra pré-histórica para mostrar a descoberta da música e da dança.
Logo atrás da bateria, a ala de passistas se destacou ao representar, com alegria, os dançarinos ambulantes, mostrando a influência da igreja católica na época medieval.
A Acadêmicos de Santa Cruz cantou o enredo “Nos Passos do Compasso”, e desfilou com 2.800 componentes divididos em 23 alas e cinco alegorias.
Carnaval Rio: Santa Cruz faz desfile correto, sem apresentar grandes problemas
Fonte: O Repórter - 14/02/2010
A ala das baianas veio logo no início do desfile da Santa Cruz
Rio de Janeiro (O Repórter) - Com um enredo desenvolvido pela ex-carnavalesca Roseli Nicolau, falecida ano passado, a Acadêmicos de Santa Cruz mostrou um compasso bastante regular na exibição que apresentou na Marquês de Sapucaí. Com poucos problemas aparentes, a escola veio uniforme, o que vai credenciando a verde e branca da Zona Oeste para um boa colocação no Grupo de Acesso A.
Os passos dos componentes também colaboraram para um bom desempenho. A maior parte dos integrantes mostrava comprometimento com as cores que usavam, evoluindo de forma efetiva.
A comissão de frente, coreografada por Carlinhos Muvuca, contou com a ajuda de uma espécie de caverna, onde os dançarinos simulavam rituais religiosos.
Já a tradicional ala das baianas, formada por uma maioria de idosas, veio logo no início do desfile, representando as manifestações religiosas. Já o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Eduardo e Cínthia, desfilaram com fantasias que remetem a divindades da Antiguidade.
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Jaqueline Maia empolga torcida com carnaval da Santa Cruz
Fonte: Roda de Samba - 14/02/2010
Santa Cruz. Foto: Luis AlvarengaA estreia de Jaqueline Maia como rainha de bateria da Acadêmicos de Santa Cruz não deixou nada a desejar. Com uma fantasia deslumbrante, a mais nova musa da Zona Oeste mostrou a que veio.Ainda no primeiro recuo, demosntrava emoção em seu rosto, mas afirmou que não era nervosismo.
- Estou tranquila. Ansiosa e muito feliz - disse.
A Santa Cruz fez um desfile honesto. Dentro do previsto e não teve erros graves. A torcida empolgou. A impressão da pista era a de que todo o setor 1 era Santa Cruz desde criancinha.
A nova rainha de Santa Cruz
Fonte: O Globo - Zona Oeste - 21/05/2005
O posto deixado por Renata Santos não ficou vago por muito tempo. Na noite de ontem, a Acadêmicos de Santa Cruz apresentou sua nova rainha de bateria: Jaqueline Maia, de 26 anos. Assim como Renata, Jaqueline nasceu e cresceu em Santa Cruz. No entanto, a morena só começou a frequentar a quadra da verde-e-branco há seis anos. Na festa de ontem, o presidente Zezo, foi reeleito por aclamação para mais dois anos de mandato.
No desfile desse ano, Jaqueline, que é casada com o militar Alceu Rostirolla, de 41 anos, e mãe de um menino de sete, foi destaque no abre-alas.
- Esse ano estive mais empenhada do que nunca. Virei muita noite na escola fazendo fantasia. Fiz por amor à escola – conta Jaqueline.
Segundo a nova rainha da Santa Cruz as sondagens começaram após o carnaval desse ano. A então rainha Renata Santos, hoje na Mangueira, já estava sendo cogitada por outras agremiações.
- A Roseli (Roseli Nicolau, ex-carnavalesca e primeira-dama da Santa Cruz, falecida em março desse ano) disse que em 2010 eu estaria à frente da escola. Sei que ela está lá em cima torcendo pela gente. Ela vai fazer muita falta, era uma guerreira – afirma.
Feliz com o novo posto da escola, Jaqueline encara o trono de rainha como uma superação.
- Nunca pensei em estar à frente da bateria – diz.
Superação e muita disposição. É que a bela mora há um ano na cidade de Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, onde o marido serve ao Exército.
- Por conta do trabalho dele, já morei três anos em Roraima. Sempre passava as férias no Rio e vinha à quadra. Minha mãe mora do lado da Acadêmicos. Para mim não vai haver dificuldades, nem distância. Quando se faz o que se ama e não para aparecer ou se projetar, não tem distância – comenta.
E para se dedicar à escola, a rainha conta com o apoio do marido.
- Me ligaram anteontem falando da apresentação. Ele disse logo: “Ela vai arrumar as malas e vai agora pro Rio”. Tenho muito apoio dele e isso é importante para mim – reforçou Jaqueline, garantindo que irá participar dos ensaios da escola.
- Sempre que eu for convocada, estarei lá – finalizou.
Jaqueline Maia, a nova rainha de bateria da Santa Cruz
Fonte: Jornal Extra / Retratos da Vida - 08/09/2009
Jaqueline Maia está vivendo um conto de fadas. Nascida e criada em Santa Cruz, a carioca de 26 anos, comemora o fato de ser a nova rainha de bateria de sua escola do coração, a Acadêmicos de Santa Cruz, ocupado durante dez anos por Renata Santos (hoje na Mangueira). “Estou amando! Quem me conhece sabe que sou do povão!”, exclama a morena.
A escolha por Jaqueline foi o último pedido da primeira dama da escola, Rosele Nicolau, mulher de Moysés Antônio Coutinho Filho, o Zezo, falecida uma semana depois do último carnaval, vítima de um infarte fulminante. “Ela me convidou enquanto estávamos em um bloco de rua, na terça feira de carnaval, mas não acreditei que o convite fosse sério“, lembrou a nova rainha da escola do Grupo de Acesso.
Diferentemente de muitas outras musas, Jaque não gosta da exposição do corpo. Em sua fantasia, uma única restrição: bumbum e seios cobertos. ”Tenho medo de ficar vulgar. Não preciso mostrar tudo para ser sensual“, explica a beldade. Casada há sete anos com um major do Exército, chamado Alfeu, e mãe de Gabriel, de oito anos (fruto de um antigo relacionamento), ela garante que a postura discreta nada tem a ver com a profissão do marido. ”Ele não encrenca em nada. É uma posição minha“, garante.
Perlla vai desfilar no carnaval carioca, mas diz que não vai mostrar o corpo
Cantora será destaque da Acadêmicos de Santa Cruz, do grupo de acesso
Fonte: Ego / Globo.com - 08/01/2010
O carnaval carioca acaba de ganhar um reforço de peso: a cantora Perlla. Mais conhecida por seus funks melodys, ela aderiu ao ao samba depois de receber um convite para desfilar pela Acadêmicos de Santa Cruz, escola do grupo de acesso do Rio, que vai falar sobre a música em 2010 na avenida.
'Vou sair num carro que abordará a música. Mas não vou usar biquíni, top ou calcinha. Não vou mostrar o corpo como muitas mulheres fazem. Quero ser diferente', disse a cantora ao jornal carioca “O Dia”.
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